A Meta, gigante da tecnologia, comunicou internamente a seus colaboradores que novas rodadas de demissões são uma possibilidade real ao longo de A informação foi revelada durante uma reunião interna, indicando que a empresa não pode garantir o fim dos cortes de pessoal, mesmo diante de um cenário financeiro robusto. !Mark Zuckerberg, CEO da Meta, em evento Cenário de Incerteza e Reestruturação Janelle Gale, diretora de recursos humanos da Meta, afirmou que, embora a companhia esteja em uma posição de força nos negócios, as prioridades corporativas estão em constante evolução e a concorrência permanece acirrada. A gestão de custos de forma responsável é um fator contínuo na tomada de decisões sobre o quadro de funcionários. Os planos da Meta incluem uma redução de aproximadamente 10% de sua força de trabalho no próximo mês, impactando cerca de 7.700 dos mais de 77 mil funcionários globais. Gale mencionou que algumas divisões serão mais afetadas, e a empresa buscará realocar talentos internamente, especialmente em áreas de investimento como a inteligência artificial. IA e o Futuro da Força de Trabalho Mark Zuckerberg, CEO da Meta, esclareceu que a automação por inteligência artificial não é a principal razão por trás dos desligamentos. No entanto, ele reconheceu que a IA está permitindo que equipes menores alcancem maior eficiência. A diretora financeira, Susan Li, já havia expressado incerteza sobre o tamanho ideal da equipe a longo prazo. Paralelamente, a Meta está intensificando seus investimentos em IA, com projeções de gastos em infraestrutura, majoritariamente para essa tecnologia, atingindo entre US$ 125 bilhões e US$ 145 bilhões. Este foco estratégico visa impulsionar a inovação e a competitividade da empresa no mercado. O ambiente interno da Meta reflete a pressão desses cortes, com a diretora de RH admitindo o impacto no moral dos funcionários. A empresa busca gerenciar essas transições de forma a minimizar o desconforto, enquanto se adapta às dinâmicas do mercado e às suas próprias ambições tecnológicas.